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O silêncio e o grito dos inocentes

Voltar para listagem de colunas Inserida em: 30/03/2016 Colunista: Carlos Pinto

 

“Existe no silêncio, uma tão

profunda sabedoria que, às

vezes ele se transforma na

mais profunda resposta. ”

(Fernando Pessoa)

 

A raça humana, desde seus primórdios, sempre esteve intimamente ligada a guerras e conflitos. Nunca aprendeu a viver em paz, traçando caminhos de prosperidade dentro da ética, da honestidade de princípios e do respeito aos direitos das nações. Cada um desses conflitos teve em seu nascedouro, ou a conquista de outros povos ou simplesmente a pilhagem dos bens das nações invadidas. Em nosso tempo, renasceram as guerras religiosas infestadas de um radicalismo nunca visto, deixando para trás aspectos ideológicos e comerciais que, até então, se constituía em padrão para tais conflitos.

 

O aparecimento do autodenominado Estado Islâmico, de princípios fundamentalistas radicais, que vem cometendo um sem número de atrocidades, exterminando cidades e monumentos culturais da humanidade, além de protagonizar os recentes atentados terroristas na França e Bélgica. Suas ações deixam um rastro de sangue e sofrimentos para milhares de inocentes, cujos gritos estão perturbando o sono de todos nós.

 

Em cada canto do planeta há um conflito cujas raízes nem sempre são entendidas pelos demais. E por trás dessas guerras estão os fabricantes de armas, ávidos por dinheiro e por testar os novos equipamentos bélicos gerados em suas indústrias. E assim caminha a humanidade, ao que parece, em busca de sua total destruição. Durante nossas vidas aprendemos uma série de atividades e conceitos, só não conseguimos aprender a viver em paz com nossos irmãos.

 

Estamos agora vivenciando a atuação de alguns tiranetes que governam países da América do Sul, dando palpites sobre a situação político-econômica do Brasil, ameaçando armar uma invasão no País, caso o Congresso Nacional resolva aprovar a impedimento do nosso atual governo. Não conseguem gerir as necessidades de suas nações, e tentam se intrometer na soberania do nosso País. Talvez temerosos de que acabe a farra de receberem vultosas importâncias geradas pelo sangue, suor e lágrimas do povo brasileiro.

 

Estes tiranetes receiam que a usurpação de bens brasileiros instalados em suas nações com o seu consentimento, sejam reclamados para uma devolução, bem como, o dinheiro que usufruíram através do nosso Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A maioria dos líderes mundiais carecem hoje, de qualidades que forjaram grandes lideranças nos mais variados países. Faltam estadistas com o estofo necessário para produzir alianças e conceitos que nos levem a conviver em harmonia e paz.

 

Um bando de iletrados assumiu algumas nações e, na sua falta de escolaridade, de conhecimento da história da humanidade, produzem crises desnecessárias, avançando no erário e nos bens de seus países, como se fossem de sua propriedade. O mundo caminha em direção ao nada, se o povo dessas nações não tomar para si, a responsabilidade de mudar os rumos da humanidade.