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Doriana e o sonho chinês

Voltar para listagem de colunas Inserida em: 13/04/2020 Colunista: Carlos Pinto

 “Se os desonestos brasileiros

voassem, nós nunca veríamos

o sol.”

(DA)

 

A história, ao longo dos séculos tem nos proporcionado lições, que apenas os ávidos por poder e glória teimam em desconhecer. Desde Genghis Khan, nascido na Mongólia em 1162, passando por Napoleão Bonaparte e, posteriormente por Adolf Hitler, todos eles tentaram conquistar o mundo, e todos eles foram derrotados pelo General Inverno. Para os leigos, o General Inverno nada mais é do que o frio que assola o território russo, durante o período invernal.

Para que se tenha um pequeno resumo do que seja este frio, durante a segunda Guerra Mundial, quando Hitler resolver invadir a Rússia, o fez exatamente nesse período, e só na Batalha de Stalingrado, os invasores perderam em torno de 400 mil homens, mortos de frio e fome, em função do cerco que o exército russo lhes impôs. Começaria aí o naufrágio da ambição de poder mundial de Adolf Hitler.

A morte de Genghis Khan é envolta em mistério, mas Napoleão, preso, morreu na Ilha de Santa Helena. Quanto a Hitler, dizem que se suicidou junto com Eva Braun, sua mulher, no bunker que habitava em Berlim. Levaram para o tumulo os sonhos megalomaníacos de poder e gloria. Quanto aos atuais sonhos de Xi Jinping, atual Primeiro Ministro da China, responsável direto pela crise de saúde que percorre o planeta, seria bom que consultasse a história, caso realmente a China venha a tentar o domínio mundial.

Mas todos eles tiveram seguidores nos vários países que invadiram. Traidores de seus povos, que se venderam ao inimigo invasor, na loucura e ansiedade de usufruírem de poder e glória. Assim foi com Mussolini, na Itália, apenas para exemplificar. Terminou fuzilado pelo povo, junto com sua mulher. Fiz este preâmbulo, para uma curta análise sobre um cidadão brasileiro que resolveu seguir os passos de todos os exemplificados acima. O Governador de São Paulo, hoje conhecido por Doriana, vem tentando de todas as formas tumultuar o país, ao lado dos senhores Davi Alcolumbre, Rodrigo Maia e outros menos votados, com apoio de alguns membros do STF.

Minha intenção é apenas de alertá-los sobre os perigos que rondam todos aqueles que tentam contrariar a história, principal ao senhor Doriana, que se acha acima de qualquer poder. Duvido que tenha a coragem de sair às ruas, como faz o Presidente da República. Prefere se enclausurar em sua mansão, ou em sua casa de Campos do Jordão, onde está sendo processado por ter “anexado” ao seu quintal, um terreno pertencente ao município.

A história não perdoa os crápulas e indigentes que se beneficiam dos cargos políticos, para se locupletarem às custas de um povo sofrido, como é o caso dos brasileiros. É muito fácil se utilizar da polícia para se proteger, mas um dia isso acaba, talvez antes do que espera. Outro que precisa calar a boca e respeitar nosso país, é o Embaixador da China. Se quer cantar, vai cantar na terra dele, e não participar de reuniões com apátridas, conspirando contra o Brasil. A história se repete de tempos em tempos. Os espertos aprendem com ela, os tolos, sofrem as penas do inferno.