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População teme nova epidemia de dengue

Voltar para listagem de notícias Inserida em: 2015-03-23 -00:20

População teme nova epidemia de dengue

A morte de um jovem de 13 anos com suspeita de dengue hemorrágica em Santos assustou não apenas o bairro em que residia, o São Manoel, mas a população em geral.

Vitor Manoel de Jesus, de 13 anos morreu na última sexta-feira (20), na Santa Casa.  Ele começou a apresentar os sintomas da doença quatro dias antes, na segunda-feira (16), realizando exames no Pronto Socorro da Zona Noroeste, onde foi internado na quinta-feira pois não melhorara e vomitava sangue. Seu estado de saúde se agravou com mais sangramento, sendo então encaminhado à Santa Casa.

Moradores do São Manoel, a exemplo de residentes noutros bairros da cidade teme uma epidemia de dengue na Cidade como aconteceu em 2010 e 2013. A população não sabe quantos casos de dengue foram constatados desde o início do ano, mas tem certeza que não são poucos pelo número de pessoas com os sintomas da doença que procuram o serviço público de saúde.

A Secretaria de Saúde (SMS) informa que a condução clínica dos casos suspeitos de dengue segue protocolo do Ministério da Saúde e que constantemente, promove capacitação para os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem) que atendem na rede pública e particular em relação à dengue.  A Secretaria informou que hoje, segunda-feira (23), a capacitação foi realizada no Complexo da Zona Noroeste.

A SMS esclarece ainda que “A maioria dos casos de dengue apresentam evolução benigna, não havendo necessidade de internação. Geralmente, os pacientes recebem um primeiro atendimento no início dos sintomas e são orientados a retornar dias depois para a realização de exames, já que a sorologia (exame específico para a dengue) só apresenta resultados positivos a partir do 5º dia de sintomas.”

Embaré  Neste bairro, moradores estão em pé de guerra com os mosquitos, sejam eles transmissores da dengue (Aedes aegypti) – foto -   ou de outras espécies que  invadem casas e apartamentos, inclusive em andares mais altos. Repelentes de todos os tipos, de spray aos chamados elétricos cujos fabricantes prometem eficácia por 45 dias, o que na realidade não acontece, se tornaram  itens obrigatórios na lista de compras. Em casa, na padaria, no restaurante, na banca de jornal, na praça da Igreja, no banco do jardim da praia, os pernilongos se fazem presentes.