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Santos deu adeus ao colunista Luiz Alca de Sant’Anna

Voltar para listagem de notícias Inserida em: 2015-09-02 -00:51

Santos deu adeus ao colunista Luiz Alca de Sant’Anna

Santos se despediu nesta quarta-feira (2), do comportamentalista, colunista e jornalista Luiz Alca de Sant'Anna, de 68 anos,  que morreu, na manhã de ontem, terça-feira (1). Ele foi sepultado no Cemitério da Consolação, em São Paulo. Cemitério da Consolação, em São Paulo. 

O velório realizado na Memorial Necrópole Ecumênica esteve constantemente lotado por amigos, ex-alunos e admiradores. Luiz Alca foi encontrado morto em sua  residência. A suspeita é que a causa da morte tenha sido um infarto.

Nascido em Santos, Alca era formado em Direito e Filosofia e começou sua carreira no jornal A Tribuna em 1978. Em sua primeira fase no jornal trabalhou na Editoria de Variedades onde ficou até 1982. Em sua segunda passagem pelo jornal, assumiu a coluna social, onde suas crônicas se tornaram acessíveis ao grande público. Trabalhando na área Dinâmica de Grupo e Filosofia do Comportamento desde 1973, mantinha cursos em Santos e na capital paulista, e atuava semanalmente no programa Viver Bem, da TV Tribuna e também na Rádio Litoral FM.

Com quatro livros publicados: “Começa Assim” (1979), “Quem quiser que conte outra” (1982), “Mudando de Conversa” (1985) e “Eu e minha circunstância” (1989), todos atualmente esgotados e em trabalho de reedição, Luiz Gonzaga Alca de Sant’Anna

Alca também fundou e participava de ACAUSA – Associação Comunitária de Auxílio Santista aos Portadores do HIV/AIDS, da qual era presidente.

Homenagem - No último sábado (29), foi homenageado pelo jornal A Tribuna, com a publicação de uma revista reunindo 30 de suas muitas crônicas publicadas ao longo dos últimos 15 anos. A grande homenagem ao colunista pode ser traduzida pelas mensagens e depoimentos, inclusive de pessoas que nunca o viram pessoalmente, mas de tanto ler suas crônicas, se sentiam muito próximas, com a professora aposentada  Zilda Conceição de Carvalho: “Conheci o Alca por meio de suas crônicas, muitas delas parecem que foram escritas especialmente para mim, pois me confortavam, me ajudavam a superar as tristezas e me acompanhavam nos momentos de alegria. De passagem tão breve pela vida, Alca tinha uma função: resgatar os bons sentimentos que as pessoas nem sabiam que tinham”.

(Foto: Divulgação)