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Em reunião com presidente da Usiminas, prefeita pede união contra demissões

Voltar para listagem de notícias Inserida em: 2015-11-20 -13:11

Em reunião com presidente da Usiminas, prefeita pede união contra demissões

O anúncio do fim da produção de aço e consequentemente a demissão de mais de 4 mil funcionários diretos da Usiminas de Cubatão, continua tirando o sono de milhares de trabalhadores. Na última quarta-feira (18), a prefeita Marcia Rosa se reuniu com o presidente da siderúrgica, Rômel Erwin de Souza, ocasião em que relatou sua preocupação com o impacto social e econômico na Cidade e região, caso o plano da empresa, de interromper a produção de aço na unidade local, se concretize nos próximos meses. O encontro, de pouco mais de duas horas, aconteceu na usina cubatense, onde , segundo a prefeita, a direção da siderúrgica demonstrou estar aberta ao diálogo na busca por soluções conjuntas para aumentar a competitividade da indústria nacional de aço, frente à produção chinesa. "Sugeri a ele uma rodada de negociações com o Estado, Governo Federal e sindicatos para buscarmos uma proposta que garanta a sustentabilidade da usina, pela importância que tem para a Baixada e o País, no que ele concordou". Ainda segundo a prefeita, Rômel disse que até o início do próximo ano não será interrompida a produção na usina cubatense e que a Usiminas está disposta a repensar o planejamento, mas é preciso medidas concretas que possibilite a reversão do quadro negativo da indústria no País. "Não temos um prazo muito longo. Mas não consigo trabalhar com a possibilidade de fechamento da siderúrgica. Acredito que é possível construirmos um jeito de reverter a decisão da empresa. Temos que unir a cidade, a população da região, as indústrias do aço, os políticos, todos os prefeitos, deputados, sindicalistas e centrais, e buscar essa solução conjunta. Saio da reunião com o presidente da Usiminas com a esperança de que ainda há jeito de reverter a paralisação da usina", disse Marcia Rosa A prefeita saiu esperançosa da reunião que durou cerca de duas horas, mas nenhuma certeza (Foto: Divulgação/PMC)