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Nesta quinta, Sindest promete ato público na Praça Mauá

Voltar para listagem de notícias Inserida em: 2018-03-08 -02:25

Nesta quinta, Sindest promete ato público na Praça Mauá

 Prefeitura desvaloriza servidor e serviço público”, diz a manchete de um panfleto que o Sindicato dos Estatutários Municipais de Santos (Sindest) distribuirá nesta quinta-feira (8), em ato público, na Praça Mauá.

O protesto, a partir das 14h, deverá se estender até o final da tarde, diante do paço municipal, com apresentações artísticas populares e discursos contra a Administração do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).

“O povo de Santos já percebeu o equívoco de ter eleito e reeleito um prefeito que defende o ‘estado mínimo’. Ele afeta negativamente o atendimento na saúde, educação, transporte e outros setores. Basta procurar um pronto-socorro ou qualquer posto de saúde que lá estará a marca registrada do abandono da administração municipal. Nas escolas, baratas passeiam em cima da merenda”, denuncia o boletim preparado pelo sindicato para distribuição na praça.

O principal motivo do protesto, segundo o presidente do Sindicato, Fábio Marcelo Pimentel (foto) é “... o descaso para com a valorização salarial e as condições
de trabalho”.

Outra manifestação - Através de panfletos a direção do Sindicato convoca os 11 mil servidores da ativa e 3 mil aposentados para outro ato público, segunda-feira (12), às 18h, na Câmara Municipal, com o objetivo de acertar os rumos da campanha salarial.

Os dois protestos foram aprovados em assembleia realizada na terça-feira (6). “Não
desistiremos de lutar por um acordo razoável
”, diz o presidente Fábio Pimentel.

“Já recusamos os 2% de reajuste em fevereiro, mais 1% em agosto, propostos
pela prefeitura. Mesmo assim, ela ameaça aplicar esses índices
”, reclama o
sindicalista.

O prefeito Paulo Alexandre e o secretário de gestão, Carlos Teixeira Filho ‘Cacá’, segundo Fábio Pimentel, cogitam enviar projeto de lei à câmara, nesta quinta-feira (8), para oficializar a proposta.

A prefeitura propôs 3% na cesta-básica de R$ 263 e 3% no auxílio-alimentação
de R$ 422. O sindicato contrapropõe 3% nos salários em fevereiro e 2% em
julho, além de 100% na cesta e na alimentação. (Foto: Divulgação)