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Sintrasaúde luta pelo piso salarial nacional

Voltar para listagem de notícias Inserida em: 2021-07-13 -23:55

                    Sintrasaúde luta pelo piso salarial nacional

                O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde da Baixada Santista e Litoral Paulista (Sintrasaúde) está na luta pelo piso salarial nacional previsto no projeto de lei 2564/2020.

                 O ‘PL’ está engavetado, apesar da mobilização da categoria em capitais, grandes, médias e pequenas cidades. O movimento reivindica que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o coloque em pauta.

                 De autoria do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), o projeto contempla enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiros. A diretoria do Sintrasaúde está divulgando o projeto e a campanha nos locais de trabalho da categoria.

                O presidente do Sindicato, Ademir Irussa (foto), orienta o pessoal a enviar e-mails ao senador Rodrigo Pacheco. O ‘PL’ estabelece piso de R$ 7.315 e jornada semanal de 30 horas aos enfermeiros. Aos técnicos, 70% desse valor, ou seja, R$ 5.120. Aos auxiliares e parteiros, 50%, correspondentes a R$ 3.657. “É uma luta difícil, sim, mas não podemos abrir mão dela”, diz o sindicalista.

              Eficiência na pandemia - Segundo Irussa, os gestores municipais argumentam que esses pisos estourariam o teto dos gastos da emenda constitucional 95/2016, causando impacto de R$ 45 bilhões nos cofres públicos.“Isso é o que falam prefeitos, governadores, secretários municipais, estaduais e um sem-número de políticos que recebem altos salários e outros
valores agregados, alguns nem sempre de forma lícita”, diz o presidente do Sindicato.

              Irussa diz ainda, que as condições de trabalho e renda dos mais de 2 milhões de profissionais “são indignas. Muitos desempenham funções como avulsos e ganham menos de um salário mínimo por mês”. Ele reforça que a população apoia e aplaude o trabalho dos profissionais de saúde no combate à pandemia do novo coronavírus. “E acha que precisamos ser devidamente remunerados”. (Divulgação)